Lucernas
Para combater a escuridão dos caminhos
ou dos lugares públicos e nas cerimónias religiosas,
usavam os romanos archotes embebidos de substâncias inflamáveis.
Dentro de casa, a iluminação fazia-se com velas (candelae),
de cera de abelha ou sebo, e lamparinas de azeite (lucernae); usavam-se
umas e outras isoladamente ou formando conjuntos de várias
unidades em candelabros e levavam-se á rua dentro de lanternas.
As lucernas eram fabricadas por meio de moldes em oficinas especializadas,
a maior parte das que se utilizaram em Conimbriga, veio, até
meados do século I d. C., da Itália, e a partir de então,
do norte de África onde existiam grandes oficinas reproduzindo
em larga escala os modelos itálicos.
Julga-se que os pequenos instrumentos metálicos de ponta revirada,
tão frequentes em qualquer província romana, terão
servido para espevitar ou extinguir a chama.
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