Casa
de Tancinus
Escavação:
Dir. Isabel Pereira (19??). Outras
intervenções limitadas em várias épocas.
Documentação disponível:
Planta pedra-a-pedra, sem data, à escala
1/50 (aut. Luís Nobre). Complementos
posteriores e interpretação (aproveitando
dados publicados em Maciel et al. 1992)
por Virgilio H. Correia. em 1993.
Caracterização sumária:
Ínsula de carácter residencial, reconsti- tuída através de vestígios conservados
em edifício posterior (basílica paleo-cristã).
Bibliografia da escavação:
Não foram publicados relatórios dos
trabalhos, estando em arquivo no MMC
alguns trabalhos parcelares. Cf. Maciel
et al. 1992, 79-83.
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Os vestígios da residência que preexistiu à basílica
paleo-cristã de Conimbriga, denominada de “casa de Tancinus” devido à pequena
lápide encontrada nos muros desta, compõe uma planta que permite reconstituir
uma residência de médias dimensões (830 m2) caracterizada por um pequeno
peristilo central, acedido através de fauces,
rodeado por várias divisões (uma das quais centrada com a entrada, mas cujas
dimensões reduzidas não autorizam a ver aí um triclínio), e um espaço largo
a Leste, cuja utilização não é reconstituível. A Oeste, a ambos os lados
da entrada, dois espaços (que depois foram a basílica de catecúmenos) devem
interpretar-se como tabernas autónomas.
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